29/04/2016

Randolfe engana Janaína e faz com que ela apoie impeachment de Temer

Randolfe engana Janaína e faz com que ela apoie impeachment de Temer


O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) esperou até 1h da manhã para poder pregar uma peça na autora do pedido de impeachmentJanaína Paschoal, na sessão dedicada a ouvir os denunciantes. Ele fez uma explanação apresentando a edição de decretos de créditos suplementares específicos e pediu, em seguida, a opinião de Janaína sobre essas atitudes.
A jurista defendeu que os créditos suplementares sem a autorização do Congresso Nacional configuram crime de responsabilidade e devem ser punidos com o impeachment. "Muito bem, fico feliz com sua opinião, porque a senhora acabou de concordar com o pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer. Essas ações que eu li foram tomadas pelo vice", disse Randolfe.
A professora ficou constrangida e tentou se explicar. Apenas algumas horas antes ela havia dito que não havia indícios suficientes para pedir o impeachment de Temer. "O Vice-presidente assina documentos por ausência do presidente, por delegação. Neste caso, não há o tripé de crimes continuados e intercalados entre si", tentou justificar.

27/04/2016

Ministro do STF vota contra Estados em caso sobre dívidas com União

Ministro do STF vota contra Estados em caso sobre dívidas com União.


Fachin também afirmou em seu voto que o desconto nas parcelas das dívidas renegociadas afeta o equilíbrio orçamentário.

"Na verdade, o que se observa com a pretensão dos Estados, em momento em que o país tenta se reerguer do ponto de  vista econômico, tomar um fôlego, se reposicionar no cenário econômico financeiro, configura um verdadeiro NOCAUTE.


25/04/2016

STF investiga um terço dos senadores da comissão de impeachment

STF investiga um terço dos senadores da comissão de impeachment


Dos 21 parlamentares indicados para a comissão do impeachment no Senado, mais de um terço responde a inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Dos oito senadores com processos, quatro deles integram a lista dos políticos investigados pela Operação Lava Jato. Antes de levar o caso ao plenário da Casa, o grupo será responsável por analisar a denúncia contra a presidente Dilma Rousseff acolhida na Câmara no último dia 17.
Indicados para a presidência e relatoria da comissão, os senadores Raimundo Lira (PMDB-PB) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) ficaram de fora desta lista. Em fevereiro, o STF arquivou um inquérito que investigava a suposta participação do tucano na Lava Jato.
Aloysio Nunes (PSDB-SP) é alvo de um inquérito que está oculto no sistema do STF, em razão de desdobramentos da Lava Jato. Os outros parlamentares da comissão que enfrentam investigações no STF são Simone Tebet (PMDB-MS), Wellington Fagundes (PR-MT) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Outro lado

A assessoria de Gleisi diz que não há provas contra a senadora.
Lindbergh afirma "que todas as doações de campanha foram registradas na forma da lei" e que os demais casos foram arquivados.
Fernando Bezerra diz "que ao final dos inquéritos tudo ficará esclarecido".
A assessoria de Aloysio diz que o senador tem "total interesse no imediato esclarecimento dos fatos".
Simone afirma que não é ré em nenhuma ação.
Vanessa Grazziotin diz que os inquérito contra ela decorre de processos movidos por adversários políticos.
A reportagem não recebeu resposta de Gladson Camelli e não conseguiu contato com Wellington Fagundes.

24/04/2016

Com impeachment, PT vive onda de deserções e perde 1 de cada 5 prefeitos

Com impeachment, PT vive onda de deserções e perde 1 de cada 5 prefeitos.

Não pense que traição esta só no PMDB.

Ao todo, 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido. Essa conta inclui gestores que renunciaram ou foram cassados.

O maior desgaste da legenda está concentrado em São Paulo.

22/04/2016

Um ano depois, pacote anticorrupção de Dilma continua travado na Câmara

Um ano depois, pacote anticorrupção de Dilma continua travado na Câmara.

Com o foco voltado para a crise política –impeachment e cassação do presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ)–, a Casa não  tem previsão de tirar as propostas da gaveta.

Na época de seu lançamento, Dilma tratou as sete medidas como prioritárias, afirmando que seu governo tinha o "compromisso de enfrentar a impunidade".

O pacote chegou ao Congresso quatro dias após as manifestações de 15 de março do ano passado, que reuniram quase 1 milhão de pessoas nas ruas do país.

São esperadas para o próximo fim de semana novas manifestações contra a petista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.

Além de dois projetos –um torna o caixa dois crime, incluindo partidos e doadores de campanha entre os passíveis de de punição; o outro trata de confisco de bens–, o pacote incluía uma proposta de emenda à Constituição. 

STF pode mudar decisão do Congresso sobre impeachment, diz especialista

STF pode mudar decisão do Congresso sobre impeachment, diz especialista.

Para André Ramos Tavares, 43, professor titular de direito econômico da USP e professor de direito constitucional na PUC-SP, o pedido pelo impeachment de Dilma usa "os mesmos argumentos do dia seguinte às eleições" e seu mérito pode, sim, ser apreciado pelo Supremo Tribunal Federal.

Em sua avaliação, um processo de impedimento que seja mera contagem de votos dos parlamentares não é o que a Constituição prevê e torna-se, assim, um golpe, afirma o professor em entrevista à Folha, por telefone.

A opinião de Tavares contra o impeachment não vem de alinhamento automático com a esquerda. Pelo contrário, o professor e parecerista é inclusive autor de um livro em coautoria com o advogado Ives Gandra da Silva Martins e com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, dois conhecidos críticos do governo.


21/04/2016

Apoio a Dilma na ONU



Gente eh pra assinar. Entre no link.

A presidente Dilma Rousseff embarcou na manhã desta quinta-feira (21) para os Estados Unidos para participar da assinatura do Acordo de Paris, na sede da Organização das Nações Unidas. Em Nova York, ela reforçará a tese de que o pedido de afastamento dela do cargo é um "golpe de Estado" COMPARTILHE AMIGOS.

https://secure.avaaz.org/po/petition/ONU_Apoio_a_Dilma_na_ONU/?cugnjib

18/04/2016

Anjos maus...

ANJOS MAUS...


Amigos eu aprendi estudando teologia que existem anjos maus nesse mundo. Aqui não existe anjos bons, eles vivem no céu. Do céu a mando de Deus eles descem para nos livrar do pior.

Ontem na Câmara Federal eu enxerguei todos os anjos maus instalados naquele local. Veja, assim como as coisas de Deus e em sua maioria os anjos maus se dispersam pelo mundo. Deus Não precisa de muitos anjos para combater o bom combate. Um ou dois anjos de Deus podem derrubar centenas dos anjos maus sem toca-los. Isso mesmo, somente a presença desses anjos bons seria o suficiente para jogar por terra centenas desses.

A dança macabra da Câmara se fez vitoriosa com a permissão de Deus. Agora ficou claro quem são os anjos bons e fieis e os maus e infiéis. Perder? Pouco importa. Ganhar sim muito importa. estamos travando uma batalha não soh moral, mas espiritual.

Risos e chacotas faz parte do jogo satânico. Paciência e Fe faz parte do jogo de Deus.

Animados? Prontos? Revigorados? Aguardando uma ordem divina? Eu li e estudei tantas historias na bíblia e que me pareciam impossíveis aos olhos humanos. Num momento e em um momento certo a vitoria foi eficaz e finalizadora.

Portanto amigos. Temos dois anjos bons conosco. Lula e Dilma. E Deus não deixara o inferno prevalecer. - Esperei com paciência no Senhor e Ele me livrou_.

16/04/2016

Arnaldo Jabor e mais cem são demitidos do Estadão

Arnaldo Jabor e mais cem são demitidos do 

Estadão.


Arnaldo Jabor Hoje é vítima de um apocalipse que plantou.
Ele e mais cem são demitidos do Estadão
A aposta de jornais e jornalistas no processo de ruptura política via impeachment - que é o golpe parlamentar em curso - pode estar custando muito caro. Leitores, internautas, telespectadores e ouvintes não são favoráveis ao fim do ciclo democrático, embora boa parcela defenda a saída de Dilma Rousseff. Mas, o que ninguém poderia supor é que a defesa de mudança no país pudesse desaguar em nomes como Michel Temer e Eduardo Cunha para compor um eventual "novo governo". E isso explica, em parte, a crise financeira acentuada que se abateu mais fortemente sobre alguns veículos de comunicação notadamente de direita. O Estadão acaba de demitir mais de cem profissionais e de encerrar o ciclo de um dos ícones deste modelo de jornalismo de direita: Arnaldo Jabor, o cineasta articulista, foi dispensado pelo tradicional e conservador jornal da família Mesquita.
No último dia 6, o jornal Estadão anunciou corte que atingiu 125 funcionários, em todas as redações do Grupo Estado; entre os demitidos estavam o repórter especial Lourival Sant'Anna, o repórter de cultura Jotabê Medeiros e os de política Fábio Brandt e Roldão Arruda; na Folha de S. Paulo, o corte foi de 50 jornalistas.
Jabor se transformou em um folclórico articulista que emergiu para atacar Lula e o governo do PT. Mesmo nos momentos em que o país vivia se apogeu econômico com pleno emprego e crescimento econômico e industrial, ele era um crítico feroz. Hoje é vítima de um apocalipse que plantou.

TEORI: 'NÃO HÁ NADA A INVESTIGAR SOBRE DILMA'

TEORI: 'NÃO HÁ NADA A INVESTIGAR SOBRE DILMA'


O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki entendeu que não há nada contra a presidentes Dilma Rousseff que motive uma investigação no processo sobre o escândalo de corrupção na Petrobras, informou nesta sexta-feira a assessoria do STF; "Em relação a 'referência a envolvimento indireto' da campanha da presidente da República, o próprio procurador-geral da República (Rodrigo Janot) já adiantava excluir, dos elementos à vista, conclusão que conduzisse a procedimento voltado à chefe do Poder Executivo", diz Zavascki, relator do caso no STF, em sua decisão.

"Em relação a 'referência a envolvimento indireto' da campanha da presidente da República, o próprio procurador-geral da República (Rodrigo Janot) já adiantava excluir, dos elementos à vista, conclusão que conduzisse a procedimento voltado à chefe do Poder Executivo", diz Zavascki, relator do caso no STF, em sua decisão.
Em pedido encaminhado ao STF para investigar políticos como os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o procurador-geral da República já alegava não ter competência para investigar Dilma.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator do caso investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, mencionou em depoimento que teria sido solicitado dinheiro para a campanha presidencial de Dilma.
"Não há nada que arquivar da presidente Dilma Roussef", afirmou Zavascki, citando artigo da Constituição Federal que diz que a presidente "não pode ser responsabilizada por atos estranhos ao exercício de suas funções".
O ministro do STF retirou nesta sexta-feira o sigilo do processo e autorizou a abertura de 21 inquéritos para investigar 49 pessoas, sendo 47 políticos com ou sem mandato e outros dois envolvidos.
O envolvimento de parlamentares é investigado com base nos depoimentos de delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.
Dilma é citada na mesma petição em que Janot menciona o ex-ministro Antonio Palocci.
Segundo relato da Procuradoria-Geral da República, Paulo Roberto Costa teria dito que recebeu pedido de liberação de 2 milhões de reais para uma campanha presidencial de Dilma, mas a informação foi negada por Youssef.
O caso de Palocci foi remetido à instância de origem. 
(Reportagem de Maria Carolina Marcello e Jeferson Ribeiro)

15/04/2016

Sérgio Moro diz "Lula pode ser preso a qualquer momento": Veja o video abaixo.

Sérgio Moro diz "Lula pode ser preso a qualquer momento": Veja o video abaixo.




Responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, o juiz federal Sérgio Moro afirmou ao Blog que ficou "tocado" com o apoio da população à operação que investiga o esquema de corrupção que atuava na Petrobras. Milhares de pessoas que saíram às ruas do país para protestar contra o governo Dilma Rousseff defenderam com faixas, cartazes, camisetas e máscaras o trabalho de Moro e dos demais investigadores da Lava Jato.

Em nota enviada ao Blog, o magistrado ressaltou que, apesar das referências ao seu nome, ele credita o apoio de parte da população ao "êxito até o momento" do trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e de todas as instâncias do Judiciário.

Segundo Moro, é importante que as autoridades e os partidos "ouçam a voz das ruas". Além disso, ressaltou o magistrado, os governantes devem se comprometer com o combate à corrupção.

Leia a íntegra da análise das manifestações deste domingo feita ao Blog pelo juiz federal Sérgio Moro:

Neste dia 13, o Povo brasileiro foi às ruas. Entre os diversos motivos, para protestar contra a corrupção que se entranhou em parte de nossas instituições e do mercado. Fiquei tocado pelo apoio às investigações da assim denominada Operação Lavajato.

Apesar das referências ao meu nome, tributo a bondade do Povo brasileiro ao êxito até o momento de um trabalho institucional robusto que envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e todas as instâncias do Poder Judiciário. Importante que as autoridades eleitas e os partidos ouçam a voz das ruas e igualmente se comprometam com o combate à corrupção, reforçando nossas instituições e cortando, sem exceção, na própria carne, pois atualmente trata-se de iniciativa quase que exclusiva das instâncias de controle.

Não há futuro com a corrupção sistêmica que destrói nossa democracia, nosso bem estar econômico e nossa dignidade como País.

24/03/2016, Sérgio Fernando Moro

fonte: http://www.globospolitica.com/politica/noticia/2016/abril/sergio-moro-diz-que-ficou-tocado-com-apoio-da-populacao-lava-jato.html

14/04/2016

ATENÇÃO! O STF acaba de marcar para hoje às 17h30

ATENÇÃO! O STF acaba de marcar para hoje às 17h30, o julgamento de questões que podem afetar o Impeachment, feito pelo PC do B.Vale ressaltar que o Min. Gilmar Mendes acabou de tomar na bunda também(Tentou interferir e levou cala boca do advogado).A pedido de Marco Aurélio de Mello os Ministros decidiram que a matéria é urgente e suspenderam todos os julgamentos para retorno ainda hoje às 17h30.Ao que tudo indica o Mandado de segurança proposto pela AGU também será julgado hoje.

Idealizador da Ficha Limpa diz que impeachment não deveria ser cogitado

Idealizador da Ficha Limpa diz que impeachment não deveria ser cogitado


Idealizador da Lei da Ficha Limpa, que só nas eleições de 2014 impugnou 500 candidaturas no país, o juiz maranhense Márlon Reis considera incabível o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O magistrado argumenta que um pedido baseado em falhas administrativas, a despeito da sua gravidade, não justifica a perda do mandato.

Folha - No atual cenário, cabe o impeachment da presidente Dilma Rousseff?

Márlon Reis - Eu vejo dois graves Do ponto de vista constitucional, não há cabimento para o pedido, porque se baseia numa falha administrativa, que  possa ser sequer cogitado.


Quantas candidaturas foram até hoje impugnadas pela lei?

Eu conduzi pesquisas até 2009. Até então, eram 675  cassados, cerca de 500 só entre prefeitos e vice, mais de uma centena de vereadores, foram cinco governadores, deputados federais e estaduais.


13/04/2016

O pacto que a presidente propõe vem tardiamente, diz Aécio Neves

O pacto que a presidente propõe vem tardiamente, diz Aécio Neves



"Esse pacto que ela propõe hoje, lamentavelmente, vem tardiamente. Acredito na necessidade desse pacto em torno de uma agenda mínima de reformas, mas ele deverá ocorrer sem a presença de Dilma na presidência da República", afirmou.
De acordo com o senador, a solução para o País é a retirada emergencial, por vias constitucionais, da presidente. Ele também reforçou a importância de que, caso autorizado pela Câmara, o processo de impeachment tenha condução rápida no Senado. "Nosso sentimento é de que o Brasil tem pressa e o resultado de domingo tem que ter consonância com uma ação rápida do Senado Federal", argumentou.
O senador confirmou que procurou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para discutir prazos para a tramitação do processo. Nos últimos dias, Renan falou publicamente sobre a possibilidade de consultar o Supremo Tribunal Federal (STF) para determinar claramente os prazos. Aécio rechaçou a proposta.
"Haveria, inicialmente, uma notícia de que poderia ter uma consulta ao STF. Me parece absolutamente desnecessária, já que a decisão do STF, a partir do relatório do ministro Barroso, já definiu o rito até sua fase final aqui no Senado", argumentou.

12/04/2016

Levantamento mostra o Placar do Impeachment


Levantamento mostra o Placar do Impeachment




Um levantamento feito pelo jornal "O Estado de S. Paulo" mostra as intenções de votos dos deputados federais no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O jornal contatou os 513 membros da Casa e publicou a posição dos que responderam. Segundo o levantamento, atualizado diariamente, foram registrados 271 votos a favor, 112 contra, 66 indecisos e 64 sem resposta.  Para o impeachment ser aprovado na Câmara, – a votação deve ocorrer entre os dias 16 e 18 de abril – são necessários 342 votos a favor. Já o governo precisa de 172 apoios, entre votos, abstenções e faltas, para arquivar o processo.

Isso muda a cada dia.

Quem é Jovair Arantes, o relator do golpe contra Dilma

Quem é Jovair Arantes, o relator do golpe contra Dilma


Jovair também já foi investigado por envolvimento com a chamada máfia dos sanguessugas, que desviava dinheiro destinado à compra de ambulâncias, e, mais recentemente, teve seu nome relacionado às fraudes com dinheiro de emendas do Ministério do Turismo!!!!!!!!!!!!!


Em 2012, buscando atacar o governo petista, a revista Veja publicou matéria onde dava a ficha corrida do deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO).
Na ocasião, época das condenações do julgamento do mensalão, Arantes foi chamado de “braço direito” do presidente do PTB, o “mensaleiro” Roberto Jeferson. Agora o deputado que está em seu sexto mandato foi tratado pela imprensa como ético e uma pessoa a altura de ser o responsável pelo relatório do impeachment da presidenta Dilma na Comissão Especial.
De braço direito de “mensaleiro” a golpista
Em 2011 foi acusado pelo Ministério Público Federal em Goiás de improbidade administrativa. Ele e o ex-gerente do INSS em Goiás, José Aparecido da Silva, preso em 2010 após ação da Polícia Federal conhecida como “Operação Guia” estariam envolvidos em esquema de trocas de favores; desde cargos dentro do INSS à concessão de benefício. Em 2014 o caso foi arquivado pelo Supremo Tribunal Federal, pelo ministro Gilmar Mendes.
De acordo com a reportagem da Veja, de quatro anos atrás, Arantes “é responsável pela indicação e avalista da nomeação do chefe da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)”, estatal que tem orçamento de mais ou menos 6 bilhões de reais.
“Jovair também já foi investigado por envolvimento com a chamada máfia dos sanguessugas, que desviava dinheiro destinado à compra de ambulâncias, e, mais recentemente, teve seu nome relacionado às fraudes com dinheiro de emendas do Ministério do Turismo”.
“No escândalo que derrubou Wagner Rossi do Ministério da Agricultura, o líder petebista foi apontado como sócio de um consórcio montado em parceria com o PMDB para desviar dinheiro da Conab”.
Ele ainda é acusado de cobrar propina para garantir indicações. “Quem acusa é Osmar Pires Martins Júnior, ex-secretário de Meio Ambiente de Goiânia e presidente da Agência Goiana de Meio Ambiente até 2006”.
O deputado teria cobrado R$ 4 milhões apenas para apoiar a recondução ao cargo do presidente da Agência Goiana de Meio Ambiente. “O autor da acusação, ao que tudo indica, sabe do que está falando: ele próprio é alvo de quinze processos por malfeitos cometidos no serviço público”.
Tem ainda em em seu currículo o fato de ter relações com o chefe do jogo do bicho de Goiás, Carlinhos Cachoeira. “Jovair e mais três deputados apareceram nas gravações feitas pela Polícia Federal em conversas com Cachoeira”. Na “Operação Monte Carlo” foram presos Carlinhos Cachoeira, policiais civis e militares, delegados da Polícia Federal e um ex-sargento da Aeronáutica. O ex-senador goiano Demóstenes Torres (então, do DEM), renunciou ao Senado Federal após o escândalo.
Ainda entre suas relações íntimas os irrepreensíveis chefes da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Como líder da “bancada da bola” na Câmara dos Deputados, “Jovair é presidente do Conselho do Atlético Goianiense e atua como um feroz entrave a todas as iniciativas que investigue envolvimento de entidades e empresas de futebol com ilícitos. Como é conhecido por todos, ele é amigo do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, atualmente preso nos Estados Unidos por envolvimento em caso de corrupção e também amigo do presidente licenciado da CBF, Marco Polo del Nero, que é investigado por corrupção nos EUA e no Brasil”.
Com esse currículo, o deputado Jovair Arantes é homem de confiança do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e se tornou relator do processo de impeachment de Dilma na Comissão Especial.

Causa Operaria Org. Fonte.

03/04/2016

Origem em grampo ilegal  
A Lava Jato foi deflagrada em 2014, mas as investigações já aconteciam desde 2006, quando foi instaurado um procedimento criminal para investigar relações entre o ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e o doleiro Alberto Youssef, peça central no escândalo da Petrobras. Entretanto, um documento de 2009 da própria PF (Polícia Federal), obtido pelo UOL, afirma que o elo entre Youssef e Janene e a investigação surgiram de um grampo aparentemente ilegal.
Representação da Polícia Federal admite que investigação começou a partir de grampo entre advogado e cliente
A conversa grampeada em 2006, à qual a reportagem também teve acesso, é entre o advogado Adolfo Góis e Roberto Brasilano, então assessor de Janene. Seu conteúdo envolve instruções sobre um depoimento, exercício típico e legal da advocacia. Os desdobramentos dessa ligação chegaram, anos depois, a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e o primeiro delator da Lava Jato. 
Reprodução/UOL
Conversa entre Adolfo Góis e Roberto Brasiliano deu origem a investigação que desaguaria na Lava Jato
"Se as premissas estiverem corretas, realmente parece que se tratava de conversa protegida pelo sigilo advogado-cliente. Nesse caso, a interceptação telefônica constitui prova ilícita", explica Gustavo Badaró, advogado e professor de Processo Penal na graduação e pós-graduação da Universidade de São Paulo. "Essa prova contaminará todas as provas subsequentes. É a chamada "teoria dos frutos da árvore envenenada". Todavia, a prova posterior poderá ser mantida como válida, desde que haja uma fonte independente", conclui o professor.

Lava Jato já deveria ter saído do Paraná
Os supostos delitos e criminosos que estão sendo investigados na Operação Lava Jato não deveriam estar sendo julgados por Moro, segundo a tese da defesa de Paulo Okamoto, corroborada por juristas ouvidos pela reportagem. O principal ponto é que Moro não é o "juiz natural", princípio previsto na Constituição, para julgar os crimes em questão. 
De acordo com Geraldo Prado, professor de processo penal da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da Universidade de Lisboa, "na Lava-Jato, o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba [onde atua Moro] há muito tempo não é mais competente para julgar casos que remotamente surgiram de investigação no âmbito do chamado caso Banestado. Pelas regras em vigor, praticamente todos os procedimentos seriam ou de competência de Justiças Estaduais ou da Seção Judiciária Federal de São Paulo, porque nestes lugares, em tese, foram praticadas as mais graves e a maior parte das infrações. Há, portanto, violação ao princípio constitucional do juiz natural. Exame minucioso da causa pelo STF não pode levar a outra conclusão."
A legislação brasileira estabelece critérios objetivos para determinar quem julga determinado crime. O ponto principal é que um crime, via de regra, será julgado no local onde ele foi cometido. Já quando existem crimes conexos, ou seja, que têm relação com delitos previamente cometidos pelos mesmos autores, eles podem vir a ser julgados pelo mesmo juízo responsável pela apreciação dos crimes iniciais.  
Em casos de conexão, a lei prevê que o que determina quem será o juiz natural para o julgamento são os seguintes critérios, nessa ordem: o lugar onde ocorreu o delito que tem a pena mais grave, o lugar em que houver ocorrido o maior número de infrações, se as respectivas penas forem de igual gravidade, e a competência pela prevenção, que se dá quando um juiz já julgou crimes relacionados ao mesmo esquema ilegal. Segundo Moro, é esse último critério que faria dele o juiz natural de todos os delitos: os crimes seriam conexos a outro que ele já vinha julgando.

Tanto é assim que, em todas as decisões relacionadas aos crimes investigados na operação, o magistrado inicia seu texto com o seguinte cabeçalho:
"Tramitam por este Juízo diversos inquéritos, ações penais e processos incidentes relacionados à assim denominada Operação Lava Jato. A investigação, com origem nos inquéritos 2009.70000032500 e 2006.70000186628, iniciou-se com a apuração de crime de lavagem consumado em Londrina/PR, sujeito, portanto, à jurisdição desta Vara, tendo o fato originado a ação penal 504722977.2014.404.7000".
Os inquéritos a que Moro se refere, de lavagem de dinheiro, foram cometidos no Banestado, e nada têm a ver com as fraudes e desvios de dinheiro público que ocorreram na Petrobras, que são o principal foco da Lava Jato. A ligação, alegada por Moro, é que que alguns dos investigados no Banestado, como Janene e Yousseff, foram flagrados em escutas telefônicas falando sobre outros supostos crimes, estes sim relacionados à Petrobras.
O STF, no entanto, já proferiu decisão afirmando que escutas telefônicas que revelem crimes diferentes dos que estão sendo investigados devem ser consideradas provas fortuitas, não tendo a capacidade de gerar a chamada conexão por prevenção. É o que afirma o advogado Fernando Fernandes, que defende Paulo Okamotto, na ação que move no STF, classificando a prática de "jurisprudência totalitarista".
O professor  Badaró concorda. "Houve um abuso das regras de conexão na Lava Jato. Além disso, a conexão tem efeito de determinar a reunião de mais de um crime em um único processo. Isso não foi feito na Lava Jato. Ao contrário, os processos tramitam separados". O advogado André Lozano Andrade, especialista em direito processual penal do escritório RLMC Advogados, lembra ainda que um dos investigados, José Janene, tinha foro privilegiado por ser deputado federal, na época. "Assim, os autos deveriam ter sido remetidos para o STF. Além disso, deveriam os autos no que se refere a outros crimes ter sido remetidos para São Paulo, tendo em vista que o centro de operação dos ´criminosos´ era na Capital Paulista. A competência por prevenção só se dá quando ausentes outras formas de determinação de competência." 

Longa investigação sem denúncia 
A investigação que culminou na deflagração da Operação Lava Jato, a respeito de crimes de lavagem de dinheiro ocorridos no âmbito do Banestado, no Paraná, tiveram início em 2006. Daquele ano até 2014, se passaram oito anos sem que a Polícia Federal, que comandava a operação, oferecesse uma só denúncia contra os investigados, o que, na definição da defesa de Paulo Okamoto, seria "investigação eterna". 
Em 2013, após sete anos de investigações sobre o Banestado, Moro reconheceu as dificuldades para apontar os crimes, mas concedeu um prazo adicional de quatro meses para alguma conclusão. Esse prazo ainda foi renovado por mais três meses após o final. O inquérito foi arquivado, mas serviu como referência para a abertura de outro, que terminou na Lava Jato.

STF irá julgar nas próximas semanas se Moro continuará ou não julgando os crimes relacionados à Operação Lava Jato

STF irá julgar nas próximas semanas se Moro continuará ou não julgando os crimes relacionados à Operação Lava Jato.


Nas últimas semanas, a operação Lava Jato levantou polêmica ao divulgar conversas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a atual presidente Dilma Rousseff (PT). Os questionamentos sobre a legalidade da investigação, entretanto, surgem desde sua origem, há quase dez anos. Documentos obtidos pelo UOL apontam indícios da existência de uma prova ilegal no embrião da operação, manobras para manter a competência na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro, e até pressão sobre prisioneiros.
Esses fatos são alvo de uma reclamação constitucional, movida pela defesa de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, no STF (Supremo Tribunal Federal). A ação pede que as investigações da Lava Jato que ainda não resultaram em denúncias sejam retiradas de Moro e encaminhadas aos juízos competentes, em São Paulo e no próprio STF. Para ler a íntegra do documento, clique aqui.
Como presidente do Instituto Lula, Okamatto também foi alvo da 24ª fase da operação. Ele foi ouvido pela força-tarefa para tentar esclarecer como o instituto e a LILS Palestras receberam R$ 30 milhões de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras. Parte do dinheiro foi transferido do Instituto Lula para empresas de filhos do ex-presidente, segundo a investigação.
A reportagem ouviu nove profissionais do Direito, dentre advogados sem relação com o caso e especialistas de renome em processo penal, e a eles submeteu a reclamação constitucional e os documentos obtidos. Os juristas afirmam que a Operação Lava Jato, já há algum tempo, deveria ter sido retirada da 13ª Vara Federal de Curitiba, além de ter sido palco de abusos de legalidade.
O portal também questionou o juiz Sergio Moro sobre o assunto, mas o magistrado preferiu não se pronunciar (leia mais ao final desta reportagem).
Veja os principais pontos questionados: 

Origem em grampo ilegal  
A Lava Jato foi deflagrada em 2014, mas as investigações já aconteciam desde 2006, quando foi instaurado um procedimento criminal para investigar relações entre o ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e o doleiro Alberto Youssef, peça central no escândalo da Petrobras. Entretanto, um documento de 2009 da própria PF (Polícia Federal), obtido pelo UOL, afirma que o elo entre Youssef e Janene e a investigação surgiram de um grampo aparentemente ilegal.
Reprodução/UOL

01/04/2016

MINISTRO DO SUPREMO, LEWANDOWSKI, TRANSFORMA SÉRGIO MORO EM RÉU "Ministro atacou



MINISTRO DO SUPREMO, LEWANDOWSKI, TRANSFORMA SÉRGIO MORO EM RÉU "Ministro atacou


MINISTRO DO SUPREMO, LEWANDOWSKI, TRANSFORMA SÉRGIO MORO EM RÉU

"Ministro atacou "múltiplos abusos" de juízes de primeira vara"

"A sessão do STF que discute o foro privilegiado para Lula serviu para que Ricardo Lewandoswski, presidente da corte, despejasse uma chuva de ataques sobre os juízes de primeira vara. A intenção, por certo, era acertar Sérgio Moro, que publicizou as conversas entre Lula e Dilma. O Ministro se referiu a "múltiplos abusos" em casos de autorização de interceptações telefônicas. Para Lewandowski, obstruir a justiça não é abuso algum.

O Juíz Sérgio Moro pode agora ser julgado pelo STF por supostos "crimes" contra a presidente e contra investigados da Lava Jato (Como Lula, entre outros)."

"Lewandowski teria dito que Moro pode, inclusive, responder criminalmente."

Mesmo que impeça o impeachment, Dilma não conseguirá governar, afirma Cunha

Mesmo que impeça o impeachment, Dilma não conseguirá governar, afirma Cunha.


Desde a saída do PMDB do governo no início desta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vem reiterando as críticas às negociações de cargos que estão sendo feitas nos bastidores pela presidente Dilma Rousseff (PT) para formar uma nova base aliada.
Nesta sexta-feira (1º), Cunha disse que "o governo está fazendo uma luta insana de tentar fazer cooptação" com os parlamentares para atingir o número de votos para barrar o processo de impeachment na Casa. Dilma precisa de 172 deputados.
"Se por acaso o governo conseguir evitar a abertura do processo de impeachment, ele vai ter que governar no outro dia, e não vai governar com esse número", disse Cunha. Ele acredita que mesmo que o governo consiga fazer uma repactuação até o dia da votação, depois teria que fazer novos acordos para garantir a governabilidade.
"Até podem fingir que vão dar qualquer coisa agora, podem até dar, mas depois vão tirar." Cunha disse ainda que "o correto" seria enfrentar esse processo sem negociações, de acordo com os posicionamentos de cada um.
O peemedebista afirmou que o governo tem procurado parlamentares dizendo que eles não precisam comparecer na votação do impeachment. O objetivo seria evitar uma posição impopular na mídia. "Para mim, não comparecer seria a mesma coisa que votar. Vai ser uma guerra política que vai ser travada e a punição para os que não vierem será política", completou.
O presidente da Câmara também criticou os atos contrários ao impeachment desta quinta-feira, 31, que classificou como "manifestação da mortadela". "O PT pedindo fora Cunha só me honra", provocou o peemedebista. Ele também disse que "Dilma usa a estrutura pública para fazer atos políticos e fazer campanha".
Sobre o anúncio do relator da comissão especial do impeachment, Jovair Arantes (PDT-GO), de que deve adiantar a entrega de sua análise em dois dias, Cunha disse "a tramitação está clara".
Para ele, independente do prazo de votação do relatório final, a votação em plenário ocorrerá depois de contado um prazo de 96 horas. "Quando a comissão acabar a votação, o relatório vai ser lido em plenário na sessão extraordinária seguinte, depois vai ser publicado e 48 horas depois ele entra. Seja o dia que cair, deve levar três dias. Será na sequência", explicou.
Fonte Estadão.

Por apoio, Dilma telefona a Edir Macedo e Planalto busca ponte com católicos

Por apoio, Dilma telefona a Edir Macedo e Planalto busca ponte com católicos

POR PAINEL
Igreja e Estado Em busca de votos contra o impeachment, o Planalto passou a recorrer até a denominações religiosas com influência na Câmara. Na semana passada, Dilma Rousseff telefonou a Edir Macedo, líder da Igreja Universal, pedindo ajuda com a bancada do PRB, que rompera com o governo. O bispo não embarcou na ideia, mas prometeu “orar por ela e pelo país”. Nesta quinta, Gilberto Carvalho foi acionado para interceder junto a parlamentares ligados à Igreja Católica.
Vai faltar cargo O PMDB, sob um eventual governo Temer, reduzirá o número de ministérios. Há uma proposta de um importante aliado do vice-presidente de enxugar a estrutura da Esplanada em mais de dez pastas.
#ListadaDilma O governo degola mais um homem de Michel Temer. Roberto Derziê, vice-presidente da Caixa tido como da cota do vice, deve ser exonerado do cargo nesta sexta-feira (1º).
Ninguém tem A oposição ainda não atingiu os 342 deputados necessários para derrubar a presidente da República.
Última hora Políticos experientes fazem o seguinte prognóstico: o destino de Dilma Rousseff deve ser decidido apenas nos dias imediatamente anteriores à votação.
Gato escaldado O governo conseguiu respirar nas últimas 48 horas. A semana terminará com saldo positivo se o mundo da Lava Jato seguir em calma relativa. Quem acompanha a crise lembra que as operações costumam ocorrer às sextas.
Abaixo da cintura O PMDB ameaça deputados do PP dizendo que, se a sigla deixar o impeachment, haverá representação no Conselho de Ética ou na Corregedoria contra os citados na Lava Jato.
Calma, cocada Apesar das recomendações de pressa, o Planalto não deve fechar o novo ministério até sexta. Primeiro porque seis ministros do PMDB ainda não saíram. Segundo porque não dá para cobrir um santo e descobrir outro. “Não podemos errar agora”, diz um palaciano.
Olho grande O PP pediu e pode levar o Ministério da Saúde ou da Agricultura, ambos com o PMDB. Helder Barbalho, titular de Portos, estaria garantido no cargo. Nas contas do Planalto, ele tem votos para entregar.
Rei posto? Sidônio Palmeira, marqueteiro próximo de Jaques Wagner, tem dado as caras no Planalto. Com João Santana fora de combate, há espaço para um estrategista novo.
Pisando em ovos Lula preferiu não ir à manifestação em Brasília. Não queria estar na rua no momento do julgamento do STF. Temia que o gesto fosse encarado como afronta.
Pausa Dilma vai dar um tempo nos atos políticos no Planalto. Quer mostrar que o governo está governando e se concentrar nos votos do Congresso.
Veneno Diplomatas reclamam do embaixador do Brasil em Portugal, Mário Vilalva. Dizem que sua animação com um eventual governo Temer está dando na vista.

diario
Diário da crise Renata Abreu, vice-presidente do PTN, sofre pressão de ativistas pró-impeachment. O MBL diz que ela não escreveu em seu diário que se vendeu ao PT. A dirigente mantém o site “Diário de uma deputada federal”.
Fora de área O movimento Vem pra Rua também divulgou o número de telefone da congressista.
Sentiu a pressão? Os ativistas não gostaram das negociações do PTN com o governo. A sigla soltou nota a favor do impeachment. Mas nove deputados prometem votar com Dilma.
É meu O PSB deve fechar em breve o apoio à candidatura de João Doria (PSDB-SP).

TIROTEIO
Além de descumprir a ordem do partido, esses ministros vão passar a vergonha de ser enxotados por uma presidente prestes a cair.
DO DEPUTADO CARLOS MARUN (PMDB-MS), sobre os ministros da sigla que tentam permanecer na Esplanada apesar da decisão de romper com Dilma.
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