31/10/2016

PSDB vai governar 24% da população brasileira, índice recorde desde 2000

PSDB vai governar 24% da população brasileira, índice recorde desde 2000.


A eleição de 2016 transformou o PSDB no partido com a maior população governada no país neste século.
Com vitória em 28 das 92 cidades do país com mais de 200 mil eleitores, prefeitos tucanos vão administrar municípios que somam 23,7% da população brasileira —o cálculo não inclui o Distrito Federal, onde não há eleição para prefeito.
É o maior índice para um partido em eleições municipais desde 2000.

Além de São Paulo, onde elegeu João Doria no primeiro turno, os tucanos venceram também em outras 2 das 10 cidades mais populosas do país: Manaus e Porto Alegre.
O PSDB terá no total 803 prefeitos. Em números absolutos de prefeituras, no entanto, permanece atrás do PMDB, que venceu em mais de mil municípios.
Com maior população governada, o partido obtém uma área de influência maior, o que pode facilitar o caminho para a campanha à Presidência de 2018. Os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin ambicionam a indicação do partido.
O PSDB vai ainda administrar as maiores receitas do país: serão R$ 158,5 bilhões anuais, somando as prefeituras conquistadas.

Na eleição municipal de 2012, impulsionado pela vitória conquistada por Fernando Haddad em São Paulo, o PT havia sido o partido com a maior população governada, com 19,9%.
NAS CAPITAIS
O PSDB também será o partido que mais vai governar capitais a partir de 2017. Candidatos tucanos venceram em 7 das 26 capitais.
Candidatos tucanos foram derrotados neste domingo em Cuiabá, Campo Grande e Belo Horizonte.
Partido do presidente Michel Temer, o PMDB será o segundo partido com mais dessas cidades: governará quatro. PSB e PDT, que eram os partidos com mais prefeitos nessas cidades, perderam espaço nesta eleição.
Hoje, governam cinco desses municípios. Agora, pedetistas governarão três cidades e o PSB caiu para duas.
A eleição também marcou as primeiras vitórias em capitais de pequenos partidos, como Rede, PMN e PHS.
As 26 capitais serão governadas por 13 partidos diferentes, uma fragmentação recorde. Atualmente, esses municípios são administrados por dez siglas.
Com a confirmação da derrota em Recife, o PT ficou com apenas uma capital (Rio Branco) —é a primeira vez desde a eleição de 1985 que o partido fica com apenas uma dessas cidades.
O segundo turno também foi de êxito total para os candidatos à reeleição.
Os oito prefeitos que tentavam renovar seus mandatos venceram nas capitais neste domingo. Vinte prefeitos dessas cidades concorreram neste ano e 5 acabaram derrotados já na primeira votação. Sete se reelegeram já no primeiro turno.
Ex-prefeitos que tentavam voltar ao cargo tiveram desempenho muito pior: 7 concorriam no segundo turno e 3 se elegeram, em Aracaju, Curitiba e Goiânia.
Quatro prefeitos eleitos são do mesmo partido que os governadores: São Paulo, Belém, Recife e Rio Branco.

24/10/2016

STJ suspende processos da Operação Caixa de Pandora

STJ suspende processos da Operação Caixa de Pandora. É DEM não é PT.


O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu suspender as ações penais referentes ao esquema de corrupção revelado pela Operação Caixa de Pandora, caso que levou à prisão do então governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (ex-DEM), em fevereiro de 2010. A decisão cautelar, tomada pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca na sexta-feira passada, vale até a conclusão do julgamento sobre um recurso apresentado pela defesa de Arruda.
A defesa do ex-governador alega que as conversas gravadas pelo ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa, delator do esquema conhecido como "mensalão do DEM" foram editadas e pediu que fosse realizada uma perícia no material. Os advogados também pedem que sejam anuladas as decisões judiciais e provas produzidas no processo que investiga Arruda.
A Quinta Turma do STJ começou a analisar o recurso de Arruda na quinta-feira passada. O ministro Reynaldo Fonseca, relator do processo, atendeu o pedido da defesa de Arruda apenas no que diz respeito à perícia. O julgamento, no entanto, foi suspenso depois de pedido de vista do ministro Felix Fischer.
A decisão cautelar tomada por Fonseca atinge todos os réus dos processos penais oriundos da Caixa de Pandora, inclusive Arruda.
O ex-governador foi preso em fevereiro de 2010 sob a acusação de coagir testemunhas e obstruir as investigações sobre o esquema de corrupção no governo do Distrito Federal. Ele foi liberado dois meses depois.
Em acordo de delação premiada com a Polícia Federal durante a operação Caixa de Pandora, em 2009, Durval denunciou um esquema de corrupção envolvendo o alto escalão do governo do DF e que culminou na queda de Arruda e de seu vice, o empresário Paulo Octávio. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

19/10/2016

Cunha é preso em Brasília, casa do ex-deputado é alvo de busca no Rio

Cunha é preso em Brasília, casa do ex-deputado é alvo de busca no Rio

O ex-deputado Eduardo Cunha foi preso em Brasília pela Polícia Federal nesta quarta-feira (19) e sua casa no Rio…

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça, determinou na terça-feira (18) a prisão do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O pedido é de previsão preventiva, ou seja por tempo indeterminado.
Ele foi preso em Brasília nesta quarta (19), no apartamento dele, segundo a Globo News. A previsão da Polícia Federal (PF) é de que ele chegue a Curitiba no fim desta tarde.
O peemedebista perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pelo plenário da Câmara. Com isso, ele perdeu o foro privilegiado, que é o direito de ser processado e julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).

17/10/2016

Barroso concede perdão da pena de José Dirceu no processo do mensalão

Barroso concede perdão da pena de José Dirceu no processo do mensalão. Sem provas e condenado pela literatura jurídica. STF conserta o erro.


Relator no STF (Supremo Tribunal Federal) das execuções penas do processo do mensalão do PT, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu nesta segunda-feira (17) o perdão da pena imposta ao ex-ministro José Dirceu.
Em sua decisão, o ministro atendeu o pedido da defesa de Dirceu e seguiu parecer favorável à extinção da pena de autoria do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
De acordo com a decisão de Barroso, Dirceu atendeu aos critérios do indulto natalino, estabelecido por decreto da Presidência da República previsto na Constituição e publicado anualmente.
"Entendo que o sentenciado preenche os requisitos objetivos e subjetivos, fixados de modo geral e abstrato pelo ato presidencial, para o gozo do benefício do indulto", afirma Barroso em sua decisão. 
Roberto Jayme/UOL
Ministro Roberto Barroso considera que Dirceu atende os requisitos para indulto

Processo

Ao final da ação penal do mensalão no STF, o ex-chefe da Casa Civil foi condenado a uma pena de 7 anos e 11 meses de prisão. Ele passou a cumpri-la a partir de 15 de novembro de 2013, após serem esgotados todos os recursos judiciais possíveis.
Dirceu ficou preso exatos trezentos e cinquenta e quatro dias. Ele cumpriu o regime semiaberto, quando se tem permissão para trabalhar durante o dia. Após esse período, o ex-ministro passou a cumprir prisão domiciliar até ser detido durante a 17ª fase da Operação Lava Jato.
O petista se encontra atualmente preso em Curitiba. Ele foi novamente condenado a cumprir uma pena 20 anos e dez meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa pela participação no esquema de contratos superfaturados da construtora Engevix com a Petrobras.
Esta sentença é da lavra do juiz federal Sergio Moro, que preside os processos em primeira instância da Operação Lava Jato.

Reavaliação

O procurador-geral da República reavaliou sua posição inicial sobre direito do petista ao indulto natalino. A prisão de Dirceu na Lava Jato ainda quando ele cumpria pena no mensalão indica falta disciplinar grave, o que o impediria de ter a primeira condenação perdoada. Na reavaliação do procurador-geral, no entanto, ele apontou que a má conduta do ex-ministro teria ocorrido antes do período previsto no decreto de indulto de Natal do ano passado. Esse parecer foi entregue ao STF no último mês de junho.
"Nessas condições, seja porque o condenado não praticou falta disciplinar de natureza grave nos doze meses anteriores contados retroativamente desde o dia 25.12.2015, seja porque a sentença condenatória superveniente diz respeito a condutas praticadas antes mesmo de iniciado o efetivo início do cumprimento de sua reprimenda, não vejo como negar a concessão do indulto", escreve o ministro Barroso, seguindo a linha de interpretação de Janot.
Em sua decisão, porém, Barroso ressaltou que Dirceu "continuará na prisão em que se encontra", já que ainda está em vigor o decreto de prisão preventiva, assinado pelo juiz Sergio Moro, no âmbito da Operação Lava Jato.

Temer ainda não cumpriu promessa de reduzir cargos de confiança, mostra O Globo

Temer ainda não cumpriu promessa de reduzir cargos de confiança, mostra O Globo.


Total de postos de confiança e funções gratificadas aumentou nos meses de governo interino: passou de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto.

Seis meses após ter chegado ao Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer ainda não cumpriu a promessa de reduzir os cargos no governo federal. Levantamento feito pelo jornal O Globo no Portal da Transparência mostra que o total de cargos de confiança e funções gratificadas aumentou nos meses de governo interino. Passou de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto. A data marca a cassação do mandato da ex-presidente Dilma e a última atualização do banco de dados do portal. O aparelhamento do Estado era uma das principais críticas feitas pela antiga oposição – hoje no bloco de apoio a Temer – à gestão petista.
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão atribui o aumento ao processo de reformulação das equipes do novo governo, com remanejamentos, demissões e contratações. No último dia 10, uma lei federal extinguiu 10,4 mil cargos de chefia no governo federal que podiam ser ocupados por qualquer pessoa indicada e os substituiu por gratificações que só podem ser dadas a funcionários públicos de carreira.
O governo Temer estima uma economia anual de R$ 632,3 milhões com a eliminação desses cargos chamados de Direção e Assessoramento Superiores (DAS). Mas o alívio para os cofres públicos será menor devido à criação das gratificações, batizadas de Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE), que preveem um gasto de R$ 379,4 milhões. Na prática, ressalta oGlobo, a alteração provocará uma economia anual de R$ 252,9 milhões.
O líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), nega que o governo Temer esteja promovendo um “aparelhamento” do Estado. “Esse número de cargos vai diminuir com certeza. Não sei precisar para quanto, mas vai diminuir. Até porque quando o governo apresenta uma PEC (241) que limita gastos públicos, o próprio governo tem que dar o exemplo. E está dando exemplo deixando a máquina funcionando dentro das suas necessidades, sem apadrinhamento, sem cabide de emprego”, declarou ao jornal.
De acordo com o Globo, os aliados de Temer começaram a ocupar cargos de chefia antes mesmo da conclusão do processo de impeachment, em substituição a petistas. As negociações começaram por volta do dia 17 de abril, quando a Câmara aceitou a admissibilidade do processo de impeachment de Dilma.
POR CONGRESSO EM FOCO | 17/10/2016 07:25

Fundação do PMDB pagou R$ 851 mil a empresas de cliente do ministro Padilha

Fundação do PMDB pagou R$ 851 mil a empresas de cliente do ministro Padilha.


A FUG (Fundação Ulysses Guimarães), entidade vinculada ao PMDB, pagou R$ 851 mil a duas gráficas ligadas ao empresário gaúcho Paulo Noschang, que é cliente do escritório de advocacia do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, homem forte do governo Temer e ex-presidente da fundação.
Os pagamentos foram feitos ao longo de 2015 com recursos do fundo partidário e ao menos um deles foi autorizado pelo próprio Padilha, que presidiu a fundação até janeiro de 2015. Padilha e Noschang negam que as gráficas tenham sido favorecidas pelo relacionamento entre os dois. O ministro admite que Noschang é cliente de seu escritório, mas nega ter atuado em casos envolvendo o empresário.
fundo partidário, cujo nome oficial é Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, é um montante repassado todos os anos pelo poder público para os partidos formalmente registrados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Para receber o dinheiro, que serve para atividades partidárias, as siglas devem estar com suas prestações de conta em dia. Em 2015, o fundo distribuiu R$ 867 milhões aos partidos. Só o PMDB recebeu R$ 92,8 milhões, o terceiro maior montante repassado pelo fundo entre os 35 partidos que o receberam em 2015.

Leandro Prazeres e Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília

PMDB usa fundo partidário para pagar defesa de governador em processo de cassação

PMDB usa fundo partidário para pagar defesa de governador em processo de cassação.

O PMDB usou R$ 140 mil do fundo partidário para pagar o escritório de advocacia que atuou na defesa do governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), em ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que pedia a cassação de seu mandato por abuso de poder econômico nas eleições de 2014.
Em 2014, Confúcio foi alvo de processo de cassação por ter distribuído almoço e refrigerantes para mais de 2.000 pessoas que participaram da convenção do partido em Porto Velho que o escolheu como candidato à reeleição. Ele foi absolvido das acusações.
O fundo partidário, cujo nome oficial é Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, é um montante repassado todos os anos pelo poder público para os partidos formalmente registrados junto ao TSE. Para receber o dinheiro, que serve para atividades partidárias, as siglas devem estar com suas prestações de conta em dia. Em 2015, o fundo distribuiu R$ 867 milhões aos partidos. Só o PMDB recebeu R$ 92,8 milhões.
Documentos que constam na prestação de contas do PMDB ao TSE referentes ao ano de 2015 mostram que o partido pagou R$ 140 mil para o escritório do advogado Gustavo do Vale Rocha atuar na defesa do governador junto ao tribunal.



O advogado eleitoral Antonio Aleixo da Costa disse, ao ser apresentado a uma descrição dos fatos, mas sem saber a que caso específico se referia, ver irregularidade no uso do fundo partidário.
"A verba do fundo partidário tem destino próprio previsto na Lei dos Partidos Políticos, ou seja, esse recurso somente poderá ser aplicado nas despesas do interesse exclusivo da agremiação, jamais para o patrocínio de demandas judiciais pessoais dos seus dirigentes", diz.
Para Costa, o fato de o partido ter voluntariamente pedido para ingressar na ação não o isenta da irregularidade. "Entendo que não afasta a responsabilidade. Se houve pedido voluntário de ingresso aos autos [do processo] subscrito pelo partido, não há de se falar em aplicação de recurso do fundo partidário para essa demanda", afirma.
Um técnico do TSE ouvido pelo UOL sob a condição de anonimato disse que a utilização de recursos do fundo partidário na contratação de advogados para atuar em causas como a de Confúcio tem indício de irregularidades. "O dinheiro do fundo é para manter o partido, não para manter mandatos", disse o técnico, que atua na análise das prestações de contas dos partidos.
O contrato, assinado em 25 de maio de 2015, prevê na sua cláusula primeira: "a prestação de serviços, pela contratada [escritório de Rocha] à contratante [PMDB], visando à defesa do governador do PMDB-RO, Confúcio Moura, nos autos do RO [recurso ordinário] nº 158836, em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral", diz o documento.
O registro de movimentação processual no site do TSE indica que Gustavo Rocha atuou na ação.
O governador de Rondônia informou que não foi responsável pela contratação e que pagou com recursos de sua campanha eleitoral outros advogados para atuarem em sua defesa. Os advogados de Confúcio constam no processo no TSE e também na prestação de contas da campanha. O PMDB e o advogado Gustavo Rocha não responderam às perguntas da reportagem.



Uso do fundo partidário no mensalão

O uso do fundo partidário para a contratação de advogados levantou dúvidas sobre sua legalidade também na época do caso do mensalão. Reportagem do jornal  "O Estado de S.Paulo" revelou que o PT e o PR usaram dinheiro do fundo para pagar escritórios de advocacia que atuaram na defesa de investigados do partido.
Na época, o PT negou a atuação dos advogados no processo do mensalão e disse que eles trabalharam apenas em processo diretamente ligados o partido. Já o PR confirmou a atuação na defesa dos acusados, mas disse entender que não há ilegalidade na prática.
Confúcio foi cassado pelo TRE-RO (Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia) em março de 2015, mas se manteve no cargo graças a uma decisão liminar do ministro do TSE João Otávio de Noronha. Posteriormente, o TSE julgou recurso da defesa de Confúcio, anulou a decisão pela cassação do TRE-RO e manteve o governador no cargo.
Rocha tem atuação próxima ao PMDB. Ele também atuou como advogado do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado em setembro, e do presidente Michel Temer, na ação em que a Justiça Eleitoral condenou Temer por ter feito doações eleitorais acima do limite permitido por lei.
Além disso, o advogado também representa o partido no TSE no próprio processo que julga a prestação de contas de 2015.
Em maio, Rocha foi nomeado como subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República, já sob o governo Temer. Nesse mesmo mês, por indicação da Câmara dos Deputados, ele assumiu uma cadeira no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

O que dizem Confúcio e o PMDB

O governador Confúcio Moura informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não foi responsável pela contratação do escritório de Rocha e que os questionamentos deveriam ser feitos ao PMDB.
Segundo Moura, ele contratou, com recursos de sua campanha eleitoral, outros advogados para atuarem em sua defesa na Justiça Eleitoral.

"O governador não fez qualquer contrato a ser quitado com verbas de fundo partidário", diz nota enviada por e-mail pela assessoria do governador. "O contrato dos honorários [dos advogados] foi celebrado para ser quitado com os recursos da campanha", diz o texto.
Confúcio também afirmou, por meio de sua assessoria, que o advogado contratado pelo PMDB não atuou diretamente em sua defesa pessoal, mas na defesa do mandato, que seria de interesse do partido. "O PMDB tinha interesse e legitimidade, tanto que foi admitido [pelo TSE] no processo", diz a nota.
O contrato assinado com o PMDB, no entanto, afirma que o escritório de Vale da Rocha foi contratado "visando à defesa do governador do PMDB-RO, Confúcio Moura".
A reportagem do UOL procurou a assessoria de imprensa nacional do PMDB por e-mail e por telefone. O primeiro contato foi feito no dia 20 de setembro, mas até a conclusão dessa reportagem, não houve resposta.
O advogado Gustavo do Vale Rocha foi procurado por telefone em seu gabinete no CNMP. Uma funcionária afirmou que ele disse que não poderia dar entrevista por ter outros compromissos na agenda. "Ele anda muito sem tempo", disse a funcionária.
A reportagem enviou e-mail para o endereço oficial do conselheiro disponível no site do CNMP no dia 29 de setembro, mas não obteve resposta até a publicação deste texto. 


14/10/2016

Petrobras reduz preços de gasolina e diesel

Petrobras reduz preços de gasolina e diesel.

Petrobras aprova redução de preços de diesel e gasolina nas refinarias

Nova política de preços foi aprovada nesta quinta-feira (13). 
Redução na bomba depende dos postos; previsão é que caia a partir de 2ª.


 A companhia decidiu reduzir o preço do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2% na refinaria. Esses preços entrarão em vigor a partir da zero hora de sábado (15).
"Pode-se esperar um maior número de reajustes. A expectativa é que a gente possa fazer uma avaliação mais rápida dos nossos preços", disse o presidente da Petrobras, Pedro Parente.
Segundo a petroleira, se a redução aplicada na refinaria for integralmente repassada ao consumidor final, na bomba dos postos, o diesel pode cair 1,8%, ou R$ 0,05 por litro. Já a gasolina pode cair 1,4%, ou R$ 0,05 por litro. A última redução dos preços dos combustíveis foi em junho de 2009.

Reduz o número de membros da Câmara dos Deputados (para 386) e do Senado Federal (de 3 para 2 por unidade da Federação).

Emenda
Dá nova redação aos arts. 45 e 46 da Constituição Federal para reduzir o número de membros 
da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Explicação da Ementa
Reduz o número de membros da Câmara dos Deputados 
(para 386) e do Senado Federal (de 3 para 2 por unidade 
da Federação).




O BRASIL VENCERÁ! FAÇA A SUA PARTE!...

PEC 106/2015
PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO nº 106 de 2015

Autoria Senador Jorge Viana e outros


13/10/2016

Christiane Pelajo é advertida por chilique ao vivo na GloboNews


Christiane Pelajo é advertida por chilique ao vivo na GloboNews

A jornalista Christiane Pelajo foi advertida pela direção da GloboNews por ter dado um chilique ao vivo, no telejornal Edição das 16h da última sexta-feira (7). A apresentadora ficou nervosa com um problema de áudio e deu uma bronca na equipe do canal de notícias. "Gente, eu não tenho condição de fazer o jornal", reclamou, com a voz alterada.
A diretora da GloboNews, Eugenia Moreyra, teve uma conversa por telefone com Pelajo. E fez questão de que toda a Redação do canal soubesse o que disse à ex-titular do Jornal da Globo: ela não estava começando no telejornalismo naquele dia para falar daquele jeito no ar, afinal todo mundo que faz TV sabe que não pode se exaltar ou falar palavras impróprias quando se está ao vivo.
Três dias depois, no início da tarde da última segunda-feira (10), uma segunda falha expôs a GloboNews. A correspondente do canal em Nova York, Carolina Cimenti, soltou um "puta que o pariu" quando estava no ar no telejornal Edição das 13h.
Segundo profissionais da GloboNews, ela não sabia que estava ao vivo _e não foi, ao contrário do que se pensou, um comentário sobre um discurso machista de Donald Trump, exibido antes.
Falhas de áudio são comuns em canais de notícias que ficam o tempo todo ao vivo. Isso acontece quase todo dia no Edição das 16h _outro motivo para Pelajo não ter se exaltado na sexta-feira, apontou a diretora do canal. Terça-feira (11), no mesmo telejornal, uma repórter de Brasília perdeu o retorno do áudio, mas manteve-se calma.
No caso de Christiane Pelajo, há um fator potencializador de problemas técnicos. Ela apresenta o Edição das 16h de São Paulo, enquanto toda a equipe do telejornal está no Rio.
Na sexta, ela tentava conversar com a repórter Lívia Veiga, que informava de Orlando (Estados Unidos) sobre a passagem do furacão Matthew pela Flórida. Pelajo não estava conseguindo ouvir a repórter, porque a linha de áudio do Rio para São Paulo, foi cortada.
A Redação no Rio e os telespectadores ouviam o que Pelajo falava, até ela se dar bronca ao vivo e ter o som cortado. A apresentadora foi substutuída às presas por Sérgio Aguiar, dos estúdios no Rio. Só voltou quase 20 minutos depois, quando se justificou.
"A gente pede desculpas, mas como disse o Sérgio Aguiar, a gente teve problemas de áudio, eu não estava conseguindo ouvir os nossos repórteres, então era impossível a gente continuar daqui. Agora tudo foi restabelecido. Queria agradecer o Sérgio Aguiar, que foi correndo para o estúdio no Rio para conseguir dar as nossas notícias para vocês", afirmou.


Original: http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/christiane-pelajo-e-advertida-por-chilique-ao-vivo-na-globonewsb-12841#ixzz4MxrRih00 
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03/10/2016

Capitais 'reprovam' quase metade dos ex-prefeitos candidatos à reeleição

Capitais 'reprovam' quase metade dos ex-prefeitos candidatos à reeleição. PMDB rejeitado.


Nesta eleição, 7 dos 15 ex-prefeitos de capitais que tentavam voltar ao cargo foram "reprovados" pelas urnas. Os outros 8 ex-mandatários foram ao segundo turno.
Serafim Correia (PSB), com 10, 91% dos votos em Manaus, ficou em quinto na sua cidade. Roberto Sobrinho (PT), em Porto Velho, está inelegível, apesar dos 26.629 votos recebidos, que também o deixaram na quinta colocação.
Entre os que candidatos que não foram ao segundo turno estão as duas ex-prefeitas de São Paulo Marta Suplicy (PMDB), que ficou no 4º lugar, com 10,14% dos votas, e Luiza Erundina (PSOL), que obteve 3,18% e o 5º lugar no ranking dos mais votados. 
Em FortalezaLuizianne Lins (PT), que governou a capital cearense por duas vezes, obteve 15,06% dos votos, ficando na terceira colocação --foram para o segundo turno o atual prefeito, Roberto Claudio (PDT), e Capitão Wagner (PR).
Raul Pont (PT) obteve 16,37% dos votos, ficando na terceira colocação no pleito emPorto Alegre
Raul Filho (PR) pretendia se reeleger em Palmas e ficou em segundo lugar, com 31,43% dos votos --mas Carlos Amastha (PSB) já venceu no primeiro turno. 

Passaram ao segundo turno

Três ex-prefeitos candidatos foram para o segundo turno como os mais votados. EmAracajuEdvaldo Nogueira (PCdoB) conquistou 38,76% dos votos contra 38,09% de Valadares Filho (PSB).
Já Rafael Greca (PMN) segue para o segundo turno em Curitiba com 38,38% dos votos deixando em segundo lugar Ney Leprevost (PSD) com 23,66%.
Com 40,47%, Iris Rezende (PMDB) disputa a prefeitura de Goiânia com Vanderlan (PSB), que obteve 31,84% dos votos. 
Outros cinco ex-prefeitos ficaram em segundo na disputa por votos e seguem para o próximo turno: Angela Amim (PP) em FlorianópolisWilson Santos (PSDB) emCuiabáEdmilson (PSOL) em BelémCícero Almeida (PMDB) em Maceió e João Paulo (PT) no Recife.
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