31/03/2016

EM CRISE PERMANENTE, ABRIL DEMITE PRESIDENTE DA EDITORA


Erros em cima de erros leva o presidente da Veja ser demitido.


Grupo de comunicação que edita Veja, que, na semana passada, publicou a falsa notícia sobre um plano de fuga do ex-presidente Lula para a Itália, demitiu nesta quinta-feira 31 seu presidente Alexandre Caldini; segundo o Portal dos Jornalistas apurou, a saída de Alexandre Caldini da Presidência da Editora Abril e da empresa, em sua segunda passagem por lá, deu-se pela própria necessidade da empresa de diminuir despesas, inclusive nos níveis hierárquicos
31 DE MARÇO DE 2016 

Vai Ter PT Sim

“No Brasil e no exterior crescem as manifestações contra o golpe e em defesa da democracia. Porque fica cada vez mais claro que tirar a Dilma vai piorar a situação do país. Temos que garantir a democracia, a estabilidade e a governabilidade para mudar a política econômica e sair da crise”.

Vai Ter PT Sim.

Vai Ter PT Sim.


Mais nomes com milhões em contas no HSBC da Suíça são divulgados

Mais nomes com milhões em contas no HSBC da Suíça são divulgados


Armínio Fraga, Lily Marinho, Luis Frias,senadora Marta Suplicy, o ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo e empresário do ramo de segurança Miguel Gonçalves Pacheco e Oliveira aparece na lista de clientes ele recebe R$ 10,000 liquido e o valor de sua conta bancária é bem gordo: 194 milhões de DÓLARES !

A reportagem descreve a rotina de luxo do delegado. “Oliveira é delegado de polícia, pago para cuidar da segurança pública, mas enriqueceu com a falta dela….A dúvida ética é óbvia: é lícito que profissionais pagos pelo Estado para cuidar da segurança pública lucrem com a falta dela?”, diz trecho.

Além de empresário da segurança, o ex-delegado também teve incorporadoras. De 1994 a 2003, foi dono de pelo menos três: a MGPO, que fazia “locação, arrendamento, loteamento e incorporação de imóveis”, a Ibiuna Marina Golf Club, que construiu condomínios de luxo em Ibiúna (SP) e a Esplanada Pinheiros Empreendimentos Imobiliários. Em 2011, migrou para o setor de limpeza, fundando a Interativa Service.

Ele dispõe de diversos imóveis em seu nome, um de seus apartamentos fica no prédio da senadora Marta Suplicy nos Jardins e é justamente o endereço que aparece nos documentos do HSBC. O imóvel tem 633 metros quadrados e cinco vagas na garagem. Há 12 anos, custou-lhe R$ 1,1 milhão.

De acordo com os dados do vazamento, Oliveira aparece relacionado a duas contas numeradas. A primeira foi aberta no dia 10 de novembro de 2005 e a segunda, em 29 de dezembro daquele ano. Em 2006/2007, as duas estavam ligadas a três empresas offshores, que não apareciam relacionadas a mais ninguém dentro do banco. Trata-se da Hollowed Turf, com endereços na Suíça, em Liechtenstein, Ilhas Virgens Britânicas e Seychelles, da Hallowed Ground Foundation e da Springside Corporation.

O correntista foi revelado pelo jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, e o jornalO Globo, que têm acesso aos dados do vazamento. O caso vem sendo noticiado desde 8 de fevereiro, pelo ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), composto por 185 jornalistas de mais de 65 países, que publica reportagens com base nas planilhas vazadas em 2008 pelo ex-técnico de informática do banco Hervé Falciani.

Do Portal Vermelho, com agências
 

STF julga grampos envolvendo Lula e Dilma;

STF julga grampos envolvendo Lula e Dilma;


Envio de grampos de Lula ao STF tem apoio de oito ministros até o momento

Até o momento, todos os oito ministros que votaram no STF nesta quinta (31) acompanharam o voto do relator, Teori Zavascki, que entendeu que apenas o Supremo pode definir em que instância tramitarão processos que envolvem políticos com foro privilegiado. Com isso, o Supremo deverá analisar as gravações de telefonemas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os grampos autorizados pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato em primeira instãncia, captaram conversas de Lula com a presidente Dilma Rousseff, deputados federais e o ministro Jaques Wagner. Os ministros Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, este o presidente da Corte, ainda não deram seu voto. O ministro Gilmar Mendes está fora do país e não participará da votação.

POLÍCIA FEDERAL: NÃO HÁ IRREGULARIDADES EM CAMPANHAS PETISTAS

POLÍCIA FEDERAL: NÃO HÁ IRREGULARIDADES EM CAMPANHAS PETISTAS

Polícia Federal conclui que não há irregularidades em campanhas petistas feitas por João Santana. Relatório dos investigadores que pediram a prisão do marqueteiro aponta que valores pagos pelo partido para as campanhas de Lula, Dilma e Haddad foram todos declarados.

De acordo com a PF, as suspeitas em relação ao publicitário e Mônica Moura são referentes a cerca de US$ 7,5 milhões que teriam sido recebidos pelos dois no exterior, por meio de uma empresa offshore que seria controlada pela empreiteira Odebrecht.

“Os valores referentes aos pagamentos pelo préstimo de serviços de João Santana e Mônica Moura para as campanhas eleitorais de Luiz Inácio Lula da Silva (2006), Fernando Haddad (2012) e da atual presidente da República Dilma Rousseff (2010 e 2014) totalizam R$ 171.552.185,00. Não há, e isto deve ser ressaltado, indícios de que tais pagamentos [das campanhas] estejam revestidos de ilegalidades”, concluíram os delegados no relatório citado pelo juiz Sérgio Moro em sua decisão.

No despacho no qual autorizou a prisão dos investigados na 23ª fase da Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro citou os valores do relatório da Polícia Federal e disse que, “ao que tudo indica”, os recursos foram declarados.

A empresa Odebrecht, alvo de investigação da Operação Lava Jato, confirmou, por meio de nota, que agentes da Polícia Federal realizaram ações nos escritórios da companhia em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, visando ao cumprimento de mandados de busca e apreensão. Informou ainda que “está à disposição das autoridades para colaborar com a operação em andamento”. 

30/03/2016

Líderes de partidos da base reclamam da lentidão do governo para negociar cargos

Líderes de partidos da base reclamam da lentidão do governo para negociar cargos


Perdidos na noite Líderes que ainda remam com o governo reclamam que o Planalto age lentamente diante da crise. Quem visita o Palácio repara que, com pouco mais de uma semana para virar o jogo do impeachment, os generais da articulação política têm apenas uma lista de possíveis votos, não um mapa sofisticado de cargos, pendências e demandas para atrair deputados. Segundo aliados, o governo quer negociar sua redenção na bacia das almas, mas não sabe direito como “comprar” simpatia.
Acorda! Para três líderes da base, o ritmo de reação dos ministros Jaques Wagner (chefe de gabinete) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) está aquém do desejável.
Tá na mão A secretaria diz ter o mapa de primeiro e segundo escalões 100% desenhado. O problema, sustenta, são demandas e indicações antigas, que chegaram por líderes sem a paternidade discriminada.
Mais tarde O PP, hoje com mais de 50 deputados, deve decidir depois que rumo tomar. “Não vamos agir a reboque do PMDB”, diz um deles. Dos 11 novos filiados, a maior parte ainda é contra o impeachment.

29/03/2016

Sergio Moro pede desculpas ao STF por divulgar grampos de Lula e Dilma


Sergio Moro pede desculpas ao STF por divulgar grampos de Lula e Dilma

Moro admite que pode ter errado no entendimento jurídico adotado no caso, mas pede, em três momentos no texto, mas pede, em três momentos no texto, "respeitosas escusas" ao Supremo por ter dado publicidade ao material.

Segundo o magistrado, a derrubada do sigilo das escutas feitas pela força-tarefa da Lava Jato foi provocada porque ele avaliou que "não haviam sido alcançadas condutas criminais" das autoridades com foro privilegiado que foram  alcançadas nas gravações e que só podem ser investigadas com aval do Supremo.

O juiz defendeu ainda que os áudios revelam que o ex-presidente aparentemente tentou obstruir as investigações da Lava jato. e que a publicidade "era a melhor maneira de prevenir novas condutas ou tentativas de obstrução ou intimidação da da Justiça" pelo petista antes que tomasse posse na Casa Civil.

Polícia prende ex-presidente da Assembleia de SP e mais 6 por fraude na merenda

Polícia prende ex-presidente da Assembleia de SP e mais 6 por fraude na merenda.


A Operação Alba Branca, que investiga desvio de dinheiro público destinado a merendas escolares, prendeu na manhã desta terça-feira (29) o ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo Leonel Julio e mais seis investigados por fraude na merenda escolar. Também foi decretada a prisão do presidente da União dos Vereadores do Estado, Sebastião Miziara. A decisão é da Justiça de Bebedouro (a 381 km da capital), onde ficava a base da organização.
Os alvos das ações são suspeitos de participar de um esquema de fraudes nos contratos para fornecimento de merenda para escolas da rede pública estadual e também municipais.
Segundo as investigações, o esquema envolvia o pagamento de propina a agentes públicos e era liderado pela Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), que mantinha contratos para fornecimento de alimentos com diversas prefeituras. A empresa é acusada de fraudar a modalidade de compra "chamada pública", que pressupõe a aquisição de produtos de pequenos produtores agrícolas. A empresa cadastrou cerca de mil pequenos produtores, mas comprava de apenas 30 ou 40 deles, e adquiria também de grandes produtores e na central de abastecimento do estado, informou o MP.
A Alba Branca aponta para o suposto envolvimento do atual presidente da Assembleia de São Paulo, deputado Fernando Capez (PSDB) e de outros parlamentares. A investigação sobre Capez, que já teve a quebra de sigilo decretada por um juiz, está em curso no Tribunal de Justiça do Estado. O deputado nega envolvimento com o esquema de fraudes
A operação foi deflagrada em janeiro, com mandados de busca e apreensão em 16 prefeituras paulistas.
Leonel Julio, do antigo MDB, presidiu a Assembleia de São Paulo e foi cassado em 1976 pelo regime militar acusado de corrupção (ele teve também os direitos políticos suspensos por dez anos com base no Ato Institucional número 5). A operação afirma que seu filho, Marcel Julio, é um dos mentores da organização. Marcel está foragido.
Os mandados de prisão contra Leonel Julio e outros seis alvos da Alba Branca foram expedidos pela Comarca de Bebedouro, porque eles não têm foro privilegiado, como Capez. Além de Leonel Julio e Sebastião Miziara, a Justiça mandou prender também Carlos Eduardo da Silva, Aluísio Girardi, Emerson Girardi, Luiz Carlos da Silva Santos e Joaquim Geraldo Pereira da Silva. Procurada pela reportagem, a União dos Vereadores do Estado disse ainda não ter informações a respeito do mandado contra Sebastião Miziara.
A Justiça também decretou buscas e apreensões que estão sendo cumpridas pela Polícia Civil do Estado.
A Operação Alba Branca envolve ainda Luiz Roberto dos Santos, o Moita, ex-chefe de gabinete da Casa Civil do Governo Geraldo Alckmin.

28/03/2016

Lula diz que aceita participar das decisões do governo mesmo como conselheiro

Lula diz que aceita participar das decisões do governo mesmo como conselheiro.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (28) que quer participar das decisões do governo, mesmo que seja na condição de conselheiro.
A ideia do "plano B" foi divulgada na semana passada por Jaques Wagner, chefe do Gabinete Pessoal da presidente Dilma Rousseff. Isso porque há um risco de o ex-presidente não assumir a Casa Civil devido a uma batalha judicial.
No último dia 23, Wagner, que foi deslocado neste mês do comando da Casa Civil para a chefia de gabinete de forma a abrir espaço para Lula no ministério, disse que caso o ex-presidente não possa assumir como novo titular da pasta deve ser mantido no governo em outra posição, como assessor especial.

Acusação

Em entrevista para a mídia internacional, em São Paulo, Lula afirmou ainda que o governo precisa fazer desonerações e adotar outras medidas para que a economia possa voltar a crescer, numa aposta no potencial do mercado interno do país.
Lula acusou a oposição a Dilma de impedir que a presidente governe e a mídia de criar um clima de ódio no país, que ele comparou com a situação vivida na Venezuela.
O ex-presidente, que teve conversas interceptadas pela Polícia Federal em meio às investigações da Lava Jato e divulgadas pela Justiça, criticou o que chamou de "Big Brother" nos métodos investigativos da operação e defendeu as ações tomadas durante seu mandato, entre 2003 e 2010, para fortalecer a Polícia Federal e a liberdade de investigação.
Na véspera da reunião do diretório nacional do PMDB que discutirá se o partido desembarca ou não do governo, Lula disse ver com "certa tristeza" a possibilidades de os peemedebistas abandonarem o governo. Para ele, no entanto, ainda é possível um acordo que mantenha a legenda, a maior da base de apoio a Dilma, alinhada ao Palácio do Planalto.
Paulo Whitaker/Reuters
Lula se prepara para dar entrevista em São Paulo
O ex-presidente disse ter convicção de que pode contribuir com o Brasil e acredita ser possível mudar o humor do país em poucos meses.
Lula voltou a defender Dilma e disparou contra os apoiadores do impeachment da presidente. "Impeachment sem base legal, sem crime de responsabilidade, é golpe", disse Lula aos correspondentes. "É muito importante não brincar com a democracia."
Dilma é alvo de pedido de abertura de processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados e que tem como base as manobras fiscais conhecidas como "pedaladas". Os críticos do pedido de impedimento alegam que isso não é o bastante para configurar crime de responsabilidade.

Lula como ministro

Lula foi empossado novo ministro da Casa Civil no último dia 17, mas a nomeação foi parar na Justiça devido a diversas ações questionando a legalidade de o ex-presidente assumir um ministério no momento em que é alvo das investigações da operação Lava Jato. O governo recorreu, mas a posição foi mantida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Moro envia ao STF lista da Odebrecht apreendida na Lava Jato

Moro envia ao STF lista da Odebrecht apreendida na Lava Jato




O juiz federal Sérgio Moro encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a planilha da empreiteira Odebrecht, que lista 200 políticos que supostamente teriam recebido propina da empresa e todos os autos do processos envolvidos na 23ª e 26ª fases da Operação Lava Jato, batizadas de Acarajé e Xepa.  A planilha foi apreendida em uma busca da Polícia Federal na casa de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, um dos executivos da empresa, na 23ª fase da operação Lava Jato.
A lista envolve pagamentos a pessoas com foro por prerrogativa de função, como deputados e senadores.
No despacho, o juiz afirmou que “o ideal seria antes aprofundar as apurações para remeter os processos apenas diante de indícios mais concretos de que esses pagamentos seriam também ilícitos”. O juiz também remeteu o inquérito que envolve o marqueteiro João Santana e sua esposa Mônica Moura. Fica a critério do STF decidir a fatia dos inquéritos que vai julgar e se devolve parte deles para a Justiça Federal, em Curitiba.
O juiz federal Sérgio Moro decretou na última quinta-feira (24) sigilo aos documentos da 26º fase da Operação Lava Jato, batizada de “Xepa”, deflagrada na última terça-feira (22). O sistema de processos da Justiça Federal deixou de permitir os acessos aos documentos, assim como aconteceu com os processos referentes à 23ª fase da Operação, que também corre em segredo de justiça e tem relação com a nova fase.

26/03/2016

STF desarquiva ações contra ministros de FHC por improbidade

STF desarquiva ações contra ministros de FHC por improbidade

Entres os alvos estão os ex-ministros Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento) –hoje senador (PSDB-SP)–, Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidentes e diretores do Banco Central. A informação foi antecipada pelo jornal Estadão.

As ações questionavam assistência financeira no valor de R$ 2,9 bilhões pelo Banco Central ao Banco Econômico S.A.,…

Moro um criminoso

MORO CRIMINOSO.


Os atos de um criminoso está atrelado a sua ação em desobedecer as leis. Ora se eu sou um juiz e uso o cargo que exerço para descumprir a lei de forma deslavada, não me torno um juiz que errou (errar e humano), porem se eu uso o meu ato para transgredir e prejudicar alguém que eu desejo perseguir, me torno CRIMINOSO.

Não vamos estender o assunto. Divulgar a conversa pessoal entre um presidente e um vice em assunto pessoal, chega a ser o absurdo da transgressão. Agora gravar a conversa de um advogado e seu cliente e divulgar já seria motivo para prender o magistrado.

Quando um advogado é acusado pelo juiz de bandido ele tem a obrigação de avisar o seu cliente de que o seu defensor esta sendo investigado. Dando assim a opção da troca e não usar tal tema para incriminar o cliente e não o envolvido no caso (advogado).

Lula foi agredido moralmente, e injuriado perante o povo brasileiro. fazendo assim um vexame coletivo com o nome do ex presidente.

Demonstrando na operação da nova lista da empreiteira que envolve 360 deputados, Juristas, militares entre outros. Mas nesse caso, resolveu temer e esconder o que deveria ser divulgado imediatamente ao povo brasileiro. Sendo assim se mostra um juiz, partidário e leviano.

Cherri Filho.






24/03/2016

Lista de corruptos.

ESTA É A LISTA DOS PRINCIPAIS NOMES ENCONTRADOS NA LISTA DE PROPINA DA ODEBRECHT:

Deputados federais:

- Maria do Rosário (PT - RS)
- Raul Jungmann (PPS - PE)
- Bruno Araujo (PSDB - PE)
- Rodrigo Maia (DEM - RJ)
- Eduardo Cunha (PMDB - RJ)
- Mendonça Filho (DEM - PE)
- Paulo Abi-Ackel (PSDB - MG)
- Paulinho da Força (SD - SP)
- Celso Russomanno (PRB - SP)
- Roberto Freire (PPS - PE)
- Soninha Francine (PPS - SP)
- Luiz Henrique Mandetta (DEM - MS)

Senadores:

- Vanessa Grazziotin (PCdoB - AM)
- José Serra (PSDB - SP)
- Lindbergh Farias (PT - RJ)
- Humberto Costa (PT - PE)
- Renan Calheiros (PMDB - AL)
- Romero Jucá (PMDB - RR)
- José Agripino Maia (DEM - RN)
- José Sarney (PMDB - MA)
- Ana Amélia Lemos (PP - RS)
- Randolfe Rodrigues (REDE - AP)
- Aécio Neves (PSDB - MG)

Prefeitos:

- Gustavo Fruet (PDT - PR), Curitiba
- Márcio Lacerda (PSB - MG), Belo Horizonte
- Eduardo Paes (PMDB - RJ), Rio
- Fernando Haddad (PT - SP), São Paulo
- ACM Neto (DEM - BA), Salvador

Governadores:

- Pezão (PMDB - RJ)
- Geraldo Alckmin (PSDB - SP)
- Marconi Perillo (PSDB - GO)
- Beto Richa (PSDB - PR)

Ministros:

- Patrus Ananias (PT - MG), Desenvolvimento Agrário
- Henrique Eduardo Alves (PMDB - RJ), Turismo
- Aluízio Mercadante (PT - SP), Educação
- Jaques Wagner (PT - BA), Secretaria do Gabinete
- Aldo Rebelo (PT - AL), Defesa

Outros nomes notórios:

- Ratinho Júnior (PSC - PR)
- Jutahy Magalhães (falecido)
- Rosinha Garotinho (PR - RJ)
- Sérgio Cabral (PMDB - RJ)
- Jorge Picciani (PMDB - RJ)
- Marco Maia (PT - RS)
- Gabriel Chalita (PMDB - SP)
- Manuela D'ÁVila (PCdoB - RS)
- Agnelo Queiroz (PT - DF)
- Demóstenes Torres (s/partido)
- João Paulo Cunha (PT - SP)
- Jader Barbalho (PMDB - PA)
- Tarso Genro (PT - RS)

Fonte: http://imguol.com/.../52/files/2016/03/indice-benedicto.pdf

Querem Lula.

  • Marcelo Odebrecht, presidente da construtora suspeita de envolvimento nos crimes investigados pela Operação Lava Jato
Os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, não abrem mão da ampla confissão do empreiteiro Marcelo Bahia Odebrecht em um eventual acordo de delação premiada. O Grupo Odebrecht tornou pública nesta quarta-feira (23) a intenção de executivos da empresa de fechar uma colaboração efetiva com os investigadores, em busca de redução de pena.
Preso desde 19 de junho de 2015 e condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 19 anos de prisão, no mês passado, em um primeiro processo em que foi réu, Odebrecht estaria entre os executivos que buscam acordo.
Além de confessar ter conhecimento e ascendência sobre o "departamento da propina" desvelado pela Operação Xepa - 26ª fase deflagrada na terça-feira -, procuradores da força-tarefa querem detalhes sobre a corrupção em outras obras e áreas do governo. Algumas delas já estão no radar da Lava Jato, como o setor de plataformas na Petrobras, o estádio Itaquerão, em São Paulo, o Porto Maravilha, no Rio, entre outras.

Lula

Outro ponto considerado essencial para investigadores em eventual negociação, é que os executivos do Grupo Odebrecht revelem dados sobre os pagamentos de palestras, doações e reformas feitas em benefício do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, de tirar das mãos de Sérgio Moro, em Curitiba, os inquéritos envolvendo o ex-presidente, as informações podem interessar à Procuradoria-Geral da República, e não mais aos investigadores paranaenses.
Odebrecht pode negociar seu acordo tanto com a Justiça em Curitiba, como no STF - nos casos dos processos envolvendo alvos com foro privilegiado. Na nota de anteontem, o grupo deu indicativo de que quer falar sobre doações eleitorais. "Apesar de todas as dificuldades e da consciência de não termos responsabilidade dominante sobre os fatos apurados na Lava Jato - que revela na verdade a existência de um sistema ilegal e ilegítimo de financiamento do sistema partidário-eleitoral do país - seguimos acreditando no Brasil", disse a nota.
A tentativa de negociação de uma delação premiada por executivos do Grupo Odebrecht começou mal, na avaliação dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba. Na nota de esclarecimento divulgada nesta quarta-feira, em que afirmou não existir nem sequer negociação iniciada sobre acordos de colaboração com executivos ou leniência com o Grupo Odebrecht, a força-tarefa critica a divulgação do acordo. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

CRISE POLÍTICA Temer autoriza peemedebistas a votarem contra Dilma no Congresso


CRISE POLÍTICA

Temer autoriza peemedebistas a votarem contra Dilma no Congresso


Com aval do vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (RR) e parte da ala oposicionista do PMDB na Câmara costuram um documento que defende a liberação dos membros do partido na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff e de todas as matérias que a legenda decida por não fechar questão, inclusive as da pauta econômica. Apesar de ter dado aval à liberação, Temer afirmou ao ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que acredita que não será oficializado rompimento do PMDB com o governo federal no congresso nacional do partido, marcado para o próximo sábado (12).

O documento sobre a liberação de votações será apresentado na convenção e aparece como uma alternativa mais branda à proposta de desembarque imediato do governo, defendida pela ala mais radical da legenda e que vem crescendo conforme a data da convenção se aproxima.
Deputados da ala oposicionista estiveram na tarde da quarta-feira (9) com Temer, presidente nacional do PMDB. Disseram, contudo, que não chegaram a abordar o assunto. A previsão era de que se reunissem com um emissário do vice-presidente da República ainda na noite de quarta para fechar a redação do texto, a cargo do deputado Osmar Terra (RS). Romero Jucá também esteve no Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer.
Um dia antes, seis peemedebistas antigoverno estiveram com Renan De acordo com um deles, o presidente do Senado se disse preocupado com a situação atual do País, mas defendeu que este não é o momento de rompimento.

O ministro Zavascki recuperou a parte do sistema jurídico duplamente violentada por Gilmar Mendes,


Teori Zavascki e o procurador-geral da República Rodrigo Janot emitem, –por coincidência ou não– dois documentos importantes: o primeiro faz duros reparos a exorbitâncias do juiz Sergio Moro; o outro um chamado enérgico aos seus procuradores para respeitar a Constituição e a democracia, sem pretensões messiânicas e exibicionismos vaidosos.

O ministro Zavascki recuperou a parte do sistema jurídico duplamente violentada por Gilmar Mendes...

Não custa lembrar, a propósito, um motivo a mais para o impedimento burlado: a advogada impetrante de tal causa é professora em um curso de que Gilmar Mendes é coproprietário. Zavascki chamou de volta ao Supremo as investigações sobre Lula.


23/03/2016

Planilhas da Odebrecht citam valores ligados a 316 políticos de 24 partidos

Planilhas da Odebrecht citam valores ligados a 316 políticos de 24 partidos.

Investigadores ouvidos pela Folha dizem que existem suspeitas de que os fartos registros envolvam tanto doações legais, declaradas à Justiça, como entrega de dinheiro por via de caixa dois.

O material foi apreendido em fevereiro com o então presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa Silva no Rio, durante a fase Acarajé da Lava Jato. Os documentos se tornaram públicos na terça (22) e ontem o juiz Sergio Moro decidiu colocar sob sigilo o inquérito.

Onde está o culhão do juiz Sergio Moro? Se viu perdido no mar de patrões na lista negra da Empreiteira? Agora tem doação legal?  

Hoje eu amaria estar dormindo ao lado do Moro de conchinha. Juro? Ouvir o cara rosnar igual jibóia.

 "O senador tucano Aécio Neves (MG) é mencionado em planilha de pagamentos da eleição de 2010. Ele aparece como beneficiário de um repasse de R$ 120 mil da empreiteira. O senador José Serra (PSDB-SP) também aparece. "" 


https://www.facebook.com/rotadecolisao1/?fref=ts

Odebrecht - Moro põe sob sigilo superplanilha da Odebrecht

Odebrecht


Moro põe sob sigilo superplanilha da Odebrecht


POR FAUSTO MACEDO, JULIA AFFONSO, MATEUS COUTINHO E RICARDO BRANDT
23/03/2016, 14h20
1
Juiz da Lava Jato pede manifestação urgente da Procuradoria para 'eventual remessa' do documento que cita dezenas de políticos e partidos ao Supremo Tribunal Federal
Juiz Sérgio Moro durante evento em Curitiba. FOTO:  Rodolfo Buhrer/REUTERS
Juiz Sérgio Moro durante evento em Curitiba. FOTO: Rodolfo Buhrer/REUTERS
O juiz federal Sérgio Moro decretou nesta quarta-feira, 23, sigilo sobre a superplanilha da Odebrecht que cita dezenas de políticos e partidos como supostos destinatários de valores da empreiteira. O magistrado pediu ao Ministério Público Federal que se manifeste sobre ‘eventual remessa’ da documentação ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A superplanilha foi apreendida em fevereiro na Operação Acarajé, desdobramento da Lava Jato, na residência do empresário Benedicto Barbosa da Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura.

O documento aponta uma longa sucessão de transferências para deputados, senadores, prefeitos, governadores e agremiações políticas.
Inicialmente, a Acarajé estava sob sigilo. Depois que a operação foi deflagrada, em fevereiro, o magistrado afastou o sigilo dos autos, como tem feito desde o início da Lava Jato.
Nesta quarta-feira, ao constatar que a lista contém ‘registros de pagamentos a agentes políticos’, Moro restabeleceu o sigilo nos autos.
“Prematura conclusão quanto à natureza desses pagamentos. Não se trata de apreensão no Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht e o referido Grupo Odebrecht realizou, notoriamente, diversas doações eleitorais registradas nos últimos anos”, argumentou o juiz.
“De todo modo, considerando o ocorrido, restabeleço sigilo neste feito e determino a intimação do Ministério Público Federal para se manifestar, com urgência, quanto à eventual remessa ao Egrégio Supremo Tribunal Federal para continuidade da apuração em relação às autoridades com foro privilegiado.”
O DESPACHO DE SÉRGIO MORO

Citada na entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao Estadão, a jornalista Mírian Dutra deu um depoimento exclusivo ao repórter Joaquim de Carvalho.

EXCLUSIVO: EM VÍDEO, MIRIAN DUTRA DIZ QUE VAI LEVAR À PF OS DOCUMENTOS PROVANDO QUE FHC USOU EMPRESA PARA PAGAR PENSÃO DO FILHO NA EUROPA.


Citada na entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao Estadão, a jornalista Mírian Dutra deu um depoimento exclusivo ao repórter Joaquim de Carvalho. 

Executivo da Odebrecht cita doação eleitoral a Aécio em depoimento à PF

Executivo da Odebrecht cita doação eleitoral a Aécio em depoimento à PF

"Com relação aos diálogos publicados, o senador desconhece o contexto em que se deram e não é parte de nenhum deles, não tendo, portanto, nada o que acrescentar", completa a nota.

Para a PF, essa troca de mensagens confirma "a noção de que Benedicto é funcionário acionado por Marcelo para a tratativa de assuntos escusos, certamente não se limitando a obter recursos para financiamento oficial de campanhas…


MULHER E FILHA DE CUNHA ENTREGAM PASSAPORTES À JUSTIÇA

MULHER E FILHA DE CUNHA ENTREGAM PASSAPORTES À JUSTIÇA.


Cláudia Cruz e Danielle Cunha, mulher e filha de Eduardo Cunha, presidente da Câmara, são suspeitas de se beneficiarem da suposta propina de US$ 5 milhões, referente a um contrato da Petrobras, depositada em contas associadas ao peemedebista no exterior; a entrega dos passaportes foi voluntária e, com isso, elas ficam proibidas de deixar o país; as investigações contra elas estão sob a responsabilidade do juiz Sergio Moro.

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Nome ao bois.

R$ 500 MIL: PF ENCONTRA NOME DE CAIADO NA AGENDA DO SÓCIO DE BUMLAI.


Amigo de Lula o trai e doa 500 mil ao inimigo de Lula. Vai entender a politica.
Aparecem o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), e os senadores Aloysio Nunes (PSDB) e Ronaldo Caiado (DEM).

A Polícia Federal encontrou, em São Paulo, há três semanas, uma agenda de Natalino Bertin, parceiro de negócios do pecuarista José Carlos Bumlai, os nomes de alguns de políticos associados a valores doados na eleição de 2010. Aparecem o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), e os senadores Aloysio Nunes (PSDB) e Ronaldo Caiado (DEM).
Os investigadores ainda irão analisar as informações para descobrir se os recursos foram, de fato, repassados aos políticos. O passo seguinte será descobrir se as doações foram registradas na Justiça Eleitoral ou se foram realizadas por meio de caixa dois. Na maioria das anotações, o empresário registra “valores combinados” com os políticos, parcelas pagas e as respectivas datas em que cada valor foi entregue, e ainda especifica se o dinheiro foi pago “em reais”.
Um dos primeiros nomes a surgir na agenda do dono do Grupo Bertin é o do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que teria recebido R$ 2 milhões na campanha de 2010. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), é citado como beneficiário de R$ 1 milhão. Os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e Ronaldo Caiado (DEM) são citados como beneficiários de R$ 500 mil cada um. A senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP) teria recebido R$ 100 mil.
A lista de políticos é extensa, chegando a quase 30 nomes de candidatos dos mais diferentes estados, entre deputados estaduais e federais, candidatos a governos estaduais e, claro, candidatos à Câmara e ao Senado. Ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva teria recebido R$ 650 mil; Nelson Trad Filho, prefeito de Campo Grande, é citado como beneficiário de R$ 500 mil. Candidato ao Senado por São Paulo, em 2010, o cantor Netinho teria recebido R$ 500 mil.
Os investigadores da Operação Lava Jato apreenderam o material durante a operação “Passe Livre”, que levou para a prisão o pecuarista José Carlos Bumlai.
Os políticos citados apresentaram versões divergentes sobre as anotações de Natalino Bertin. Edinho Silva negou ter recebido qualquer recurso do empresário. “O Grupo Bertin nunca foi doador de minhas campanhas a prefeito de Araraquara ou deputado estadual; tampouco foi doador do PT estadual paulista, quando da minha gestão como presidente”.
O senador Aloysio Nunes afirma que não recebeu dinheiro de campanha do Grupo Bertin, de empresas relacionadas ou do Natalino Bertin nas eleições de 2010.
A senadora Ana Amélia confirma que recebeu a doação.
O vice-presidente, Michel Temer, confirmou o recebimento de 1,5 milhão de reais em três parcelas de 500.000 reais, o que confere com parte das anotações de Natalino Bertin. Foi o próprio vice que pediu a Natalino Bertin a doação, posteriormente declarada na prestação de contas do Diretório Nacional do PMDB. Eduardo Cunha também confirmou ter recebido a doação do empresário.
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