Um ano depois, pacote anticorrupção de Dilma continua travado na Câmara.
Com o foco voltado para a crise política –impeachment e cassação do presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ)–, a Casa não tem previsão de tirar as propostas da gaveta.
Na época de seu lançamento, Dilma tratou as sete medidas como prioritárias, afirmando que seu governo tinha o "compromisso de enfrentar a impunidade".
O pacote chegou ao Congresso quatro dias após as manifestações de 15 de março do ano passado, que reuniram quase 1 milhão de pessoas nas ruas do país.
São esperadas para o próximo fim de semana novas manifestações contra a petista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.
Além de dois projetos –um torna o caixa dois crime, incluindo partidos e doadores de campanha entre os passíveis de de punição; o outro trata de confisco de bens–, o pacote incluía uma proposta de emenda à Constituição.
