30/03/2016

Líderes de partidos da base reclamam da lentidão do governo para negociar cargos

Líderes de partidos da base reclamam da lentidão do governo para negociar cargos


Perdidos na noite Líderes que ainda remam com o governo reclamam que o Planalto age lentamente diante da crise. Quem visita o Palácio repara que, com pouco mais de uma semana para virar o jogo do impeachment, os generais da articulação política têm apenas uma lista de possíveis votos, não um mapa sofisticado de cargos, pendências e demandas para atrair deputados. Segundo aliados, o governo quer negociar sua redenção na bacia das almas, mas não sabe direito como “comprar” simpatia.
Acorda! Para três líderes da base, o ritmo de reação dos ministros Jaques Wagner (chefe de gabinete) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) está aquém do desejável.
Tá na mão A secretaria diz ter o mapa de primeiro e segundo escalões 100% desenhado. O problema, sustenta, são demandas e indicações antigas, que chegaram por líderes sem a paternidade discriminada.
Mais tarde O PP, hoje com mais de 50 deputados, deve decidir depois que rumo tomar. “Não vamos agir a reboque do PMDB”, diz um deles. Dos 11 novos filiados, a maior parte ainda é contra o impeachment.
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